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Postado por Dieter Kelber / Sun 27 Jun 2010

BUSINESS PROCESS DAY 2010

Coluna: Opção Lidestor -

Prezados, anotem na sua agenda:

23 e 24 de Setembro, Club Transatlantico, 3.Congresso Internacional de Processos de Negócios.

Inscreva-se já, garanta a sua vaga e desfrute dos descontos especiais.

Abraços a todos e uma excelente semana

Dieter Kelber - Presidente Executivo do INSADI, Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual

Benchmarking Educacional em BPM - Gestão de Processos de Negócios

 

BUSINESS PROCESS DAY 2010

 

BUSINESS PROCESS DAY 2010 - www.businessprocessday.com.br

Fórum Brasileiro de Processos - www.fbp.org.br

INSADI Insatituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual - www.insadi.org.br

 

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Postado por Dieter Kelber / Wed 12 May 2010

Laranja podre 1 : O folgado! / Laranja podre 2 : O fofoqueiro

Coluna: Opção Lidestor -

Vejam as matérias de Veruska Donato, Reporter da TV Globo, sobre a entrevista de Dieter Kelber, Presidente Executivo do INSADI, Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual, www.insadi.org.br , no Jornal Hoje, abordando o tema do comportamento do folgado e do fofoqueiro dentro das empresas.

Blog de Veruska Donato
http://trabalhoecarreira.blogspot.com/

INSADI TEAM

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Postado por Dieter Kelber / Sun 2 May 2010

DÍVIDAS NOS PAÍSES DA UNIÃO EUROPÉIA.

Coluna: Opção Lidestor -

Este artigo de Harald Hellmuth, originalmente postado no blog do Insadi, http://www.insadi.org.br/blog é muito bom. Recomendo a sua leitura pela sua importância no atual contexto da sustentabilidade economica mundial. Matéria para quem quer ser um bom Lidestor. Boa leitura.

 

Por Harald Hellmuth do Insadi Team. 

O artigo em Michael Hudson, que motiva estas considerações inicia com as seguintes constatações: “A dívida do governo grego é apenas a primeira de uma série de bombas de dívidas européias destinadas a explodir. A dívidas hipotecárias nas economias pós-soviéticas e na Islândia são mais explosivas. Embora estes países não estejam na Eurozona, a maior parte de suas dívidas é denominada em euros”. Teme-se que problemas de solvência de países europeus venham a prolongar, ou mesmo recrudescer a crise financeira e econômica originada nos Estados Unidos e de que, aparentemente, as economias começam a se recuperar.

 

O cidadão comum se sente tão desabrigado dos cataclismos econômicos, produzidos pelos seres humanos, com se sente diante de cataclismos naturais como as erupções vulcânicas, os terremotos, os tsunamis e enchentes. Mas com relação aos primeiros o texto de Hudson pode inspirar perguntas como: Primeiro: Por que os cidadãos islandeses teriam contraído dívidas hipotecárias? Teriam sido engabelados pelos distribuidores de “títulos podres” americanos? Segundo: Não ocorre na Europa pós-soviética algo semelhante ao esforço de adaptação econômica da Alemanha Oriental após a reunificação alemã?

O texto de Hudson não é totalmente inteligível por quem não tenha formação economista e financeira, ou seja, pela quase totalidade dos cidadãos. E o autor não chega a lembrar expressamente, que a dívida de Grécia se deve a déficits orçamentários, ou seja, a gastos em consumo superiores às receitas fiscais. Os governos gregos ainda procuraram acobertar a imprevidência com “soluções maracutais” articuladas pelo banco Goldman & Sachs. Portanto, o texto não explica nem que as dívidas são de diferentes naturezas, nem os vícios aos quais o ambiente dos negócios de crédito se tem acostumado.

A Alemanha tem a economia mais forte da Europa, com exportação de 45 a 50 % do PIB e saldo na balança comercial de US$ 221 bi. Mesmo assim acumula uma dívida pública interna bruta de US$ 2,31 tri ou 70 % do PIB, superior ao limite estabelecido no tratado da EU, que é de O déficit fiscal também está acima do valor de referência de 3%. A inflação no nível de 2 % e a taxa de desemprego se situa em 7,5% como resultado de uma experiência inédita para limitar o desemprego na retração econômica. Uma parte considerável da dívida pública foi causada pelo esforço de aproximação das condições de vida nas províncias orientais aos da Bundesrepublik após a reunificação. Outra advém dos benefícios sociais proporcionados. Quando o governo iniciava um programa de equilíbrio fiscal, foi surpreendido pela necessidade de socorrer instituições comprometidas na crise financeira. O serviço da dívida desvia recursos que precisam ser aplicados na educação e na saúde. Por esta razão é perfeitamente compreensível a impopularidade de auxílios financeiros a outros países, seja do leste europeu, seja da comunidade do Euro, pois significariam um aumento da dívida pública. E não se deve perder de vista, que, da mesma forma como os demais países desenvolvidos, também a Alemanha sofre a concorrência por parte da China, da Índia e dos Tigres Asiáticos pela produção, ou seja, pela ocupação.

De qualquer forma é duvidoso que créditos de curto prazo ajudem a resolver os problemas estruturais de baixa produção nos países demasiadamente endividados. Só aumentos de produção – e de receita fiscal – com aumento de exportação poderão levar a uma situação de equilíbrio duradouro. Parece que os alemães são os únicos que conseguiriam organizar trabalho / produção em quantidade significativa nos países da Europa Oriental. Hoje os “Fremdarbeiter” são poloneses, checos etc. Mercedes está montando uma fábrica na Hungria. Siderúrgicas ucranianas estão sendo modernizadas com tecnologia alemã. A Alemanha importa gás natural da Rússia e lhe vende trens. De qualquer forma parece que os alemães ainda mantêm campos de tecnologia mecânica, elétrica e de produção de ponta. Com certeza os espanhóis e portugueses são tão aplicados como os cidadãos de outras sociedades, mas é difícil organizar trabalho bastante para manter um nível de vida comparável ao escandinavo para todos. O turismo – vantagem do clima – ajuda, mas parece eu não se pode viver só de hospedagem, vinho, eventos culturais etc. A Europa terá de recuperar produções que hoje importam da Ásia. Em algumas regiões o crescimento do PIB será naturalmente baixo em função do nível de bem-estar alcançado e do desenvolvimento demográfico. Todavia vale para todas as regiões que o crescimento da dívida coloca em risco as aposentadorias futuras.

Como já foi tangenciado acima, os problemas de produção, renda e bem-estar da Europa, considerada como uma comunidade, estão inseridos numa cena global. Um melhor equilíbrio requer, por exemplo, que os povos africanos venham a produzir mais para eles mesmos. Todavia não foram ainda desenvolvidas concepções de condições econômicas, ambientais e sociais que servissem de orientação para ações direcionadas.

O mesmo pode ser afirmando para a América Latina e, em especial, para o Brasil. No Brasil há minérios e condições comparativamente favoráveis para a agricultura e a pecuária. O aumento da produção é relativamente fácil nesses setores enquanto houver uma demanda global. Há muito espaço para o desenvolvimento de uma indústria verde fundamentada em reflorestamentos. O resgate de contingentes humanos da pobreza significa um considerável potencial de crescimento do mercado interno. Investimentos em produção podem ser conduzidos de forma a não gerar problemas para si e outros.

Superando temores, aconteceu uma acomodação da economia japonesa no âmbito global. Da mesma forma que em regiões da Europa e dos Estados Unidos foi alcançado um nível geral de bem-estar identificável como de “saturação do consumo”. Isto significa, que um desenvolvimento do PIB modesto, relacionado ao desenvolvimento demográfico – a população está se reduzindo – e aos efeitos da racionalização, é plenamente satisfatório. O Japão não é rico em recursos minerais e precisa importar combustíveis e alimentos. Mas conseguiu dominar campos de produção como o de veículos, motocicletas, ótica e eletrônica de consumo e informática. Detém grandes reservas cambiais, sobretudo nos Estados Unidos, que hoje não são sentidas como problema, mas que estão expostas à desvalorização do dólar.

O atual grande enigma do futuro econômico e financeiro global reside no desenvolvimento econômico da China e da Índia ao lado do crescente endividamento dos Estados Unidos com estes países. A China, impulsionada por um temor de revolta social, que poria em risco a integridade nacional, regata da pobreza rural dezenas de milhões de cidadãos por ano. Apresenta uma incrível taxa de poupança de 51% da renda, apesar da renda per capita ainda baixa de US$ 7.200,00, em comparação com o Brasil de US$ 10.300,00. Neste espaço não é possível conjecturar sobre o efeito de subsídios aos custos de vida. De qualquer forma “o Estado coleta esta poupança e dá a ela a destinação prevista na sua política.“2 Uma parte considerável é investida em gigantescos projetos de desenvolvimento: Energia de todas as formas inclusive renovável, construções urbanas, tráfego ferroviário, subsídios a indústrias e educação. “Parte substancial é aplicada em títulos do Tesouro dos Estados Unidos e forma as atuais reservas que hoje são de US$ 2,5 trilhões”2. Parece que é impossível desenvolver o mercado interno no ritmo do desenvolvimento da produção. Esta seria a causa de uma inédita simbiose do desenvolvimento industrial chinês com o mercado consumidor americano, onde contribui tanto para a ausência de inflação como para o desemprego. Não há como prever o tempo em que se poderá manter esta situação de desequilíbrio de dois predominantes sistemas de produção nacionais, e muito menos se as reservas acumuladas, que representam dívidas dos Estados Unidos, algum dia poderão ser resgatadas. Os sindicatos americanos começam a se empenhar pela recuperação de produções, contestando a política cambial da China. Uma grande reserva de novas ocupações oferece a reforma da matriz energética dos Estados Unidos, tornando este país menos dependente de combustíveis fósseis 3.

Nesta rápida apreciação de condicionantes globais da economia não se deparou com nenhum fator de risco particular para a economia européia no futuro imediato. Isto significa que a EU tem espaço para produzir os ajustes de estruturas de produção e das estruturas de bem-estar social, por mais difícil que seja esta missão à primeira vista. De qualquer maneira são totalmente inadequados palpites de inspiração simplista e escapista, vindos da França, de que “os alemães deveriam trabalhar menos e gastar mais para ajudar os seus vizinhos”. Chega-se a uma resposta positiva para a segunda pergunta de um observador descomprometido, acima formulada.

E também não se deparou nesta apreciação de possíveis desenvolvimentos e riscos econômicos nenhum vínculo com a recente crise financeira e econômica. Esta resultou de transgressões de conhecidas “práticas recomendáveis” na concessão de créditos, que foram patrocinadas por um governo, seguidas de artifícios fraudulentos no repasse de títulos e da falta de controle e punição do desrespeito a regras básicas de administração bancária. A tolerância de práticas com conseqüências danosas ao bem-comum público – ocupação, poupanças dilapidadas - resulta de falhas de percepção ética no ambiente dos negócios financeiros e não de supostas “contradições do sistema capitalista”. Aponta nesta direção a primeira das perguntas que estão formuladas acima. Fato é que crises econômicas causadas por desatinos no plano financeiro da economia não são compatíveis com uma imagem de equilíbrio e segurança de uma Economia Sustentável, necessariamente global, que ainda não foi conceituada 4. Recursos públicos foram empregados para reequilibrar balanços bancários, assim restabelecendo um fluxo de créditos, a fim de evitar danos ainda maiores para as sociedades. De outra natureza são as dívidas públicas causadas por despesas excessivas, a exemplo do que ocorreu na Grécia. Procurou-se ocultá-las através de “negócios que não deveriam ser feitos” com o banco Goldman & Sachs.

É impressionante a facilidade com que Hudson trata hipóteses de inflacionamentos como recurso de liquidar dívidas à custa dos credores. A final de contas o calote, qualquer que seja – cancelamento ou inflação – representa uma quebra de contato, que é a traição da confiança sem a qual não haveria um contrato de crédito. Talvez os economistas passassem a perceber a própria irresponsabilidade se fossem desempregados e tivessem as suas economias confiscadas por de uma desvalorização da moeda. Então teriam de trabalhar como camelôs e se alimentar de sanduíches.

Cabe aos especialistas em economia e finanças encontrar regulamentações inibidoras de más práticas financeiras, a exemplo das constatadas, e encaminhar soluções que facilitem as reestruturações de produção, fiscais e sociais no âmbito da EU. De qualquer forma as sociedades da EU deverão enfrentar um caminho de aprendizado para explorarem os espaços de desenvolvimento existentes.

Referências:

1. Hudson, Michael - As guerras européias quanto à dívida que vêm aí – Países da EU afundam na depressão.
http://resistir.info/
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=18545

2. Ming, Celso - O vizinho roubado, em O Estado de S.Paulo, 22.04.2010, pág B2.

3. Brown, Lester R. - Plan B 3.0 Mobilizing to save Civilization, New York, W. W. Norton & Company, 2008.

4. Hellmuth, Harald - Sobre a Contribuição Necessária do Intelectual para a Sustentasbilidade, www.insadi.org.br/blog , 04.2010.

HH

Desejo a todos uma boa semana e não esqueçam de investirem em suas carreiras. As presentes organizações necessitam cada vez mais de LIDESTORES. Você já está preparado para ser um Lidestor?

Abraços Dieter Kelber

Presidente Executivo do INSADI Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual - organização especializada em Gestão de Processos - BPM, Gestão de Pessoas e Sustentabilidade.

www.insadi.org.br  www.fbp.org.br   www.businessprocessday.com.br

info.insadi@insadi.org.br   info.fbp@fbp.org.br  insadi@businessprocessday.com.br

@INSADI     @Lidestores     @BPMnoBrasil     @BPD2010    @DieterKelber

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Postado por Dieter Kelber / Wed 16 Dec 2009

PROGRAMAÇÃO DE CURSOS, WORKSHOPS E EVENTOS 2010 DO INSADI

Coluna: Opção Lidestor -

Veja a Programação de Cursos, Workshops/Oficinas e Eventos do INSADI para o 1. Semestre 2010 em:

http://www.insadi.org.br/EMKT/programacao/index.html .

Envie seus comentários e sugestões para outros programas de cursos e eventos.

Feliz Natal e um Super 2010.

Abraços

Dieter Kelber

P.S. - Aproveite as férias e invista em sua carreira profissional !!!

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Postado por Dieter Kelber / Thu 5 Nov 2009

Tercerização sem “emoção”.

Coluna: Opção Lidestor -

Por Dieter Kelber, Presidente Executivo do INSADI Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual e criador do conceito Lidestor ®. 

 

dimar2009p143 - dimar2009p143 Próxima de completar uma década no Brasil, a Gestão de Processos de Negócios (BPM, na sigla em  inglês) ainda encontra diversos problemas crônicos na execução de projetos que envolvam mudanças nos processos operacionais do empreendimento, seja ele qual for.

 

 Ao mesmo tempo que as corporações absorvem rápida e facilmente filosofias, metodologias e procedimentos como modelo de negócios, planejamento estratégico, BSC, cadeia de valor, SOA, certificações ISO, compliance, SOX etc., continuam a ter grande dificuldade de sair do pensamento tradicional, hierárquico vertical, para uma visão mais abrangente e transparente, com foco centralizado no cliente.

A montanha-russa econômica escancarou as fragilidades das empresas. Projetos de melhoria, reestruturação ou terceirização – tanto de atividades como de processos – não terão êxito se não houver uma transformação cultural na forma de atuação. Esta constatação aplica-se também à terceirização de processos de negócios (BPO, na sigla em inglês), seja ela mais próxima ou mais afastada da cadeia de valor.

De forma míope, alguns gestores optam pelo BPO como um mero instrumento para redução custos e diminuição da preocupação com a gestão das pessoas. Ao agir dessa forma, perde-se uma excelente oportunidade para de fato introduzir nas organizações uma forma diferente de pensar e agir.

Melhorar contínua e sistematicamente os processos de negócios próprios e/ou terceirizados ainda é um desafio. A equipe desenha e mapeia os processos, mas sabe ao certo o que fazer com eles. O BPO deve ter como objetivo a melhoria dos processos envolvidos, não importando serem eles de apoio ou diretamente vinculados à cadeia de valor. Analisar, diagnosticar e redesenhar os processos é etapa fundamental antes do início de um projeto de terceirização de processos de negócios.

O que fazer após o BPO?

Diversas empresas consideram que, uma vez adotado o BPO, terminaram as preocupações com os processos terceirizados. Quando isso ocorre, fica evidente a transformação cultural dentro dessas empresas ainda está longe de começar! Não há mais “como não nos preocuparmos com os processos terceirizados”.

O BPO impacta diretamente na operação e, com a evolução tecnológica a jato e o surgimento de sistemas com recursos cada vez mais avançados, a integração e constante monitoração de todos os processos é uma tendência bastante clara.

Então, ao falar-se em BPM e, consequentemente, BPO, diversos paradigmas devem ser quebrados na forma de enxergar a evolução das empresas. Quando, por exemplo, os temas fusão e aquisição são trazidos à baila, fica bastante claro que as empresas com facilidade em integrar os processos a uma determinada cadeia de valor sofrem menos “traumas”.

A terceirização de processos de negócios é uma ótima oportunidade para que as empresas cresçam com sustentabilidade e antenadas aos objetivos de negócios num todo maior. Pensar em BPO (e em BPM) é pensar horizontal, é romper barreiras e promover a colaboração total. Esta nova forma de pensar exige uma mudança cultura, antes de qualquer iniciativa. As empresas têm falhado, e muito, neste aspecto e, por isso, iniciativas de BPM e de BPO acabam naufragando.

A cultura organizacional adotada, muitas vezes corporativista, acaba sendo um estorvo para as iniciativas mais inovadoras de gestão. Do topo ao chão de fábrica, e vice-versa, a organização precisa aprender a pensar e agir como foco no cliente.

Não existe uma fórmula mágica e única de sucesso. Cada empresa deve construir uma metodologia que busque o cúmulo de todas as ferramentas consagradas de mercado, criando, assim, as condições para a melhor adaptação do mundo funcional para o mundo processual.

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